domingo, 11 de abril de 2010

This is how we do it

Eu que não sei nada do mar, sempre tive alma de advogada dos pobres, torci no BBB pelo Di. Porque é fácil torcer pelo herói, difícil é torcer pra quem talvez não tenha um comportamento tão ético. Então eu sou assim, sempre vou torcer pela biba fofoqueira...

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Então, quando a sua vida entra num turbilhão de problemas que você acaba se identificando com a protagonista tetraplégica da novela das 9, sem galã ao lado, melhor desligar a Tv, né?

terça-feira, 21 de abril de 2009

Cuide-se bem!

Às vezes deixamos de fazer um monte de coisas que nos dão prazer pra fazer aquelas que nos são impostas. Aí, um belo dia você se dá conta de que tudo isso é absolutamente transitório e sem importância alguma, que você deve arrumar mais tempo pra si e deixar as obrigações um pouco de lado.
Cuide-se bem! Perigo há por toda parte...

terça-feira, 3 de março de 2009

"se um veleiro repousasse..."


Sábado passado, enquanto minha mãe assistia um famoso programa de calouros da TV, aconteceu de novo. Mais um calouro apareceu com a brilhante idéia de cantar Porto solidão do Jessé (Hein?). Com tantas músicas bonitas, por que cargas d´água, Senhor, as pessoas insistem sempre no mesmo estilo de música, na mesma interpetação Alberto Roberto.
Então eu recomecei a imaginar a mesma cena de sempre: a do cotidiano do calouro.
Cena 1: O calouro está no banco numa fila enorme no início do mês. Ao observar o tamanho da fila, ele começa a cantar da forma mais impostada e artificial possível: ' se um veleiro repousasse na palma da minha mão...'
As pessoas começam a se olhar, totalmente assustadas pelo inesperado da situação, aguentar uma fila enorme e ainda passar por isso?
Observando que sua tática está surtindo efeito, ele prossegue nos trejeitos, aumentando as vogais , até chegar ao refrão: Riiiimas, de ventos e velaaaaaaaaas
Vida que vem e que vaaaaaaaaai
A solidão que fiiiiica e entra
Me arremessandoContra o caaaaaaais...
ahhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
E fecham-se as cortinas...

'Bom, bom não tá. Mas tá bom, tá bom...'


Algumas vezes, a chave pra seguir adiante através das dificuldades é tentar ter um pouco de humildade. Nesses casos é fundamental desacelerar o passo, se preocupar somente em passar por aquele obstáculo, reconhecer o terreno para sair ileso, ou menos machucado possível.
E assim vivendo um dia de cada vez, deixando pra pensar nos problemas 'amanhã', como diria Scarlet, estamos evitando o fantasma da ansiedade que sempre nos faz sofrer mais do que deveríamos.
Como diria Lady Kate, pode não estar tão BOM, mas ainda assim sabemos que poderia estar bem pior.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

"QUEM NÃO MUDA QUANDO É LUA CHEIA"

Estar vivo é ter o poder de se reinventar sempre. Muitos filmes de Hollywood nos mostram situações em que a pessoa decidiu melhorar, mudar, consertar o que não estava bom.

Em O casamento Grego a personagem conseguiu mudar sua vida, levantar a auto-estima, ser feliz, ter a melhor vida possível.

Em De repente 30 a personagem deu um salto no tempo (?!) e se viu aos 30 anos, linda, glamourosa, mas extremamente infeliz, pois tinha perdido a essência do que era na infância. Então ela consegue reconstruir tudo, tentando ser melhor.

Em O Diário de Bridget Jones, ela se compromete a emagrecer, arrumar um namorado legal, ter um trabalho interessante...


E eu que sempre quis tudo "ao mesmo tempo agora", acho que ter a chance de nos reinventarmos pode ser a melhor terapia, o tarja preta sem receita. Mudar pode ser bom, divertido e terapêutico. Melhor do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

"FESTA ESTRANHA COM GENTE ESQUISITA"

De uns tempos pra cá, é que eu comecei a pensar na magnitude desse verso do Renato e comecei a recitá-lo sempre que me via numa situação dessas, cercada por pessoas 'estranhas', como num mundo bizarro dos Super-amigos.

E uma das situações bizarras é a obsessão das pessoas pelo poder destrutivo do pensamento dos outros.
Eu não imagino que minha vida seja melhor ou pior por causa de uma inveja dos outros.
Acredito em sorte, destino, carma, competência, luta e tantas outras coisas, mas não jogo nos outros a responsabilidade pelo que sou hoje.
Eu sou fruto de outros fatores tantos, sou fruto das minhas (ir)responsabilidades também e não fruto de uma inveja hipotética de alguma falsa amiga. Como diria o Beato Salu: "Mais fortes são os poderes de Deus!".